
A Secretária de Saúde do município de Nordestina Maria Olívia prestou esclarecimentos sobre recentes denuncias vinculadas na mídia da região, onde a Secretaria de Saúde do município foi acusada de incinerar remédios ainda com prazo de validade, acusação que deixou a cidade de Nordestina apreensiva e aguardando uma justificativa por parte do poder público.
MARIA OLÍVIA SOUZA COSTA : “Como não comecei agora, muito menos aqui em Nordestina, o meu trabalho como gestora na área da Saúde, entendo muito bem que esta sempre foi e sempre será o principal alvo quando se trata de atingir um Prefeito, pois a saúde é imediatista, diferente das demais instâncias. Quando buscamos um serviço de saúde, na maioria das vezes, já nos encontramos fragilizados, sensíveis… É aí que surgem muitas situações oportunas ao sensacionalismo ou até mesmo a busca da assistência em troca de um retorno político posterior.
Mas sempre trabalhei de forma muito responsável e transparente. E não trabalho sozinha, quem faz a saúde desse município não sou eu, mas sim todos os servidores da Secretaria de Saúde de Nordestina, que na sua maioria são nordestinenses.
Desse modo, toda denúncia será sempre acolhida e com certeza apurada. Como já fizemos a respeito da denúncia sobre a queima de medicamentos vencidos. Só estamos aguardando a visita dos denunciantes, que quero deixar bem claro aqui: estão cumprindo o seu papel. Para que possamos lhe mostrar todo o processo. Pois gosto muito de respeitar a ética, e não devo levantar situações levianas sem fundamentação plausível, fundamentada. Afinal, estou trabalhando com seres humanos, passíveis de erros, porém, que até o momento vêm demonstrando responsabilidade para com suas ações perante o município. Se cometerem algum ato inconsequente, com certeza terão que se justificar e responder pelos mesmos.
Ainda sobre a denúncia, estamos entregando as cópias das notas de fornecimento das contrapartidas de medicação da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia para esclarecer que: o medicamento Polaradex (dexclorfeniramina solução) é um medicamento que não compramos, pois a quantidade enviada pelo Estado tem sido suficiente para atender a demanda do município.
Portanto, o Lote demonstrado na foto que circulou na internet, para fazer parte do nosso estoque, uma vez que o Lote referido tem data de fabricação do ano 2012, deveria constar nas notas em anexo, e não localizamos.
Como informamos em Nota de esclarecimento da Vigilância Sanitária, este departamento incinera não somente medicamentos dos estabelecimentos públicos, mas também os apreendidos, ou até mesmo entregues à Vigilância Sanitária municipal pelos comerciantes, não precisando apenas estar com data de validade ultrapassada, mas também, se os responsáveis pelos mesmos identificarem alguma situação na embalagem que venha a causar algum dano à saúde humana ao ser consumido, como por exemplo: contato direto com alguma substância tóxica ou venenosa.
Deste modo, não se pode afirmar que o medicamento em destaque tenho vindo das farmácias dos estabelecimentos públicos do município.
Quanto ao fato de destacarem a informação do rótulo USO HOSPITALAR, VALE RESSALTAR QUE ESSA INFORMAÇÃO DIFERE DO SIGNIFICADO “VENDA PROIBIDA”. Ou seja, esse medicamento é sim comercializado em farmácias”.
Com informações de AFolhadeNordestina
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